Economia

Agência espacial institui política de inovação para fortalecer setor

02/10/2026 às 07:51 · Por Redação · 0 visualizações

Compartilhar: WhatsApp Facebook X/Twitter
Agência espacial institui política de inovação para fortalecer setor

A Agência Espacial Brasileira (AEB)  tem a partir desta sexta-feira (2) uma nova política de inovação voltada ao fortalecimento do setor espacial nacional.

A medida prevê princípios, diretrizes, objetivos e instrumentos para orientar programas e ações de longo prazo destinados a estimular o desenvolvimento tecnológico.

Notícias relacionadas:

O objetivo é aumentar a competitividade da economia brasileira e ampliar a autonomia do país em áreas estratégicas do setor epacial.

Atuação

A política será implementada com foco em sete eixos estratégicos:

  1. formação e qualificação de recursos humanos;
  2. alinhamento de programas de inovação e estímulo a investimentos privados;
  3. fortalecimento da base de conhecimento tecnológico;
  4. proteção da propriedade intelectual;
  5. disseminação da cultura de inovação e empreendedorismo;
  6. desenvolvimento de mercados para produtos e serviços espaciais brasileiros;
  7. incremento do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (Sindae).

Apoio 

A portaria prevê que a AEB poderá apoiar financeiramente projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação por meio de instrumentos como subvenção econômica, financiamento, encomendas tecnológicas, incentivos fiscais, além da concessão de bolsas.

Também poderão ser firmados acordos de parceria com instituições públicas e privadas, além de convênios com transferência de recursos para execução de projetos de inovação.

Outra medida prevista é a contratação direta de instituições científicas, organizações sem fins lucrativos ou empresas para projetos que envolvam risco tecnológico e busquem solucionar desafios específicos do setor espacial.

Cooperação internacional

A política autoriza ainda a ampliação da atuação internacional da agência. A AEB poderá celebrar acordos, convênios e contratos com entidades estrangeiras e organismos internacionais.

Segundo a norma, a cooperação internacional deverá ocorrer sem comprometer a autonomia decisória brasileira e com foco na preservação da soberania tecnológica nacional.

Incentivo

O texto cria mecanismos de apoio a inventores independentes que tenham solicitado patente. Eles poderão pedir à AEB que avaliem a viabilidade tecnológica e comercial de suas criações.

A agência também poderá oferecer assistência para transformar invenções em produtos ou processos, apoiar a criação de empresas e orientar a transferência de tecnologias para o setor produtivo.

Fonte: Economia - Agência Brasil. Matéria original.

Notícias relacionadas

Produção industrial cai 0,6% de julho para agosto, diz IBGE
Economia

Produção industrial cai 0,6% de julho para agosto, diz IBGE

A produção da indústria brasileira recuou 0,6% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Os dados da Pesquisa Industrial Mensal foram divulgados nesta sexta-feira (2), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, a indústria havia reg

02/10/2026 09:50 · Redação

Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global
Economia

Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global

O dólar subiu quase 1% em comparação com o real nesta quinta-feira (1º). A moeda dos Estados Unidos ganhou força no exterior em meio à aversão ao risco provocada pelas tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo. Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pe

01/10/2026 19:13 · Redação

Entra em vigor tarifa zero para instrumentos musicais importados
Economia

Entra em vigor tarifa zero para instrumentos musicais importados

Entrou em vigor nesta quinta-feira (1º) a redução a zero do imposto de importação para microfones, grupos de instrumentos musicais e máquinas de costura de uso doméstico. A medida elimina tarifas que chegavam a 18% para instrumentos e a 20% para máquinas de costura. A mudança está prevista na Resol

01/10/2026 18:52 · Redação

Carne brasileira passa a pagar tarifa de 67% para entrar na China
Economia

Carne brasileira passa a pagar tarifa de 67% para entrar na China

A carne bovina brasileira pagará uma tarifa total de 67% para entrar no mercado chinês a partir desta quinta-feira (1º). Uma cobrança adicional de 55% se somará à tarifa regular de 12%, uma vez que o Brasil esgotou a cota anual de exportações estipulada pelo país asiático.

01/10/2026 16:45 · Redação